2 minutos Se você já me conhece um pouquinho deve saber o quanto amo desenhos animados, animações… Como não gostar? Além de me divertir eu sempre aprendo muitas lições com eles. Hoje vou falar 5 lições que aprendi com as Bananas, ops! Com os minions. 😀 Em 2010 nós conhecemos esses carinhas na animação Meu malvado Favorito. Quem não os conhecem ou nunca soltou aquela gargalhada com eles? Ano passado eles estrearam seu próprio filme, o que nos fez conhecer um pouquinho mais sobre eles. No filme deles eles tentam desde a época dos dinossauros encontrar um vilão para servir, e todas as suas tentativas são mal sucedidas, o que faz com que eles fiquem deprimidos por não ter a quem servir. Até que um deles o minion chamado Kevin resolve procurar um novo mestre com mais dois minions, e assim ajudar seus companheiros a saírem da depressão. Então a jornada começa… Vamos enfim para as 5 lições que os minions nos passou em seu filme: Não adianta se sentir mal, por mais que tente fazer as coisas certas, algo irá dar errado. Grande parte dos feitos dos minions sempre acaba em um desastre e eles sempre tem boas intenções por trás. E não é porque deu errado que eles se martirizam com isso, bola pra frente! Rir do que deu errado é possível sim! Eles se divertem e acham graça mesmo nas piores situações. Sempre existe outra forma de ver as coisas. Nunca desista de alcanças seus sonhos. Se tem uma coisa que eu, você, os minions e todos no mundo temos em comum é ter um sonho. Que tal bolar um plano e ir atrás dele? Sem objetivos você fica deprimido. E eles nos mostrou isso claramente, e não é algo que apenas eles sentem. Todos nós quando não temos algo pelo que lutar, viver, buscar e conquistar acabamos nos deprimindo. Busque novos objetivos e desafie-se sempre! Se você não se sente feliz com uma situação busque uma mudança. Como vimos no filme Kevin não se conformou em ver seus companheiros naquela situação deprimente e resolveu buscar uma solução para acabar com aquilo. Nada de conformismo hein!? Essas são apenas 5 lições mas com certeza eles nos ensinam muito mais coisas. E a principal delas é: Banana é tudo de bom! Você aprendeu alguma outra coisa com eles que não listei? Deixe nos comentários qual foi o seu aprendizado.

7 minutos Você já se sentiu assim? Aquele profundo aperto no peito, angústia, desespero, vontade de sair correndo, dor de barriga inesperada, a sua companheira dor de cabeça, você acorda de madrugada com a cabeça a 1000 e de manhã com aquele eterno cansaço. Você sabe que tem que aprender a viver o momento, você sabe que está sofrendo de ansiedade e você também sabe que precisa relaxar. Mas não é tão fácil lidar com isso como parece, se não você com certeza já teria feito tudo isso passar, evaporar e sumir de dentro de você. Mas você está preocupado com seu futuro. E isso torna você incapaz de viver o agora, e isso faz com que você sofra por antecipação e desencadeie todos os sintomas que citei acima. Nós ansiosos nos cobramos muito, vivemos com a sensação de insatisfação de que nada está bom e viver dessa maneira é desesperador. A simples atitude de ter que tomar uma decisão como fazer um simples pedido em um restaurante ou pior ainda ter que escolher a carreira, pode ser algo terrível “imagina só ter que conviver com a escolha errada?”. O pior de tudo é que de repente, sem você perceber, a ansiedade se torna parte de você. Você simplesmente se permite viver essa ansiedade e cria ela como sua maior companheira. Você acaba se acostumando a conviver com ela: Acostuma a acordar com ela, pensando assim que abre os olhos em tudo o que terá que fazer no dia. Acostuma a curti-la intensamente quando alguém não responde sua mensagem na hora. Acostuma quando alguém diz que “precisa falar com você mais tarde” e você não consegue se concentrar e nem pensar em mais nada além disso. Acostuma quando interrompe o micro-ondas antes do tempo que você tinha colocado. Acostuma quando vai pulando partes nos vídeos do Youtube ou coloca eles na velocidade máxima. Porque não, você não pode assistir um vídeo de 5 min. Sem ficar impaciente. E essas são coisas do dia-a-dia de um ansioso tão normais que nem prestamos atenção mais nelas e no quanto elas estão nos prejudicando. Mas você está bem mesmo vivendo assim? “Não”, uma voz bem calma dentro de você assobia baixinho. “Não, isso tudo está muito, muito errado…” Decidi escrever esse texto porque sim eu sou suuuuper ansiosa, e não, eu não tenho a cura para ansiedade se é o que você espera encontrar aqui. Mas aceito sugestões, só não me venha com remédios, porque não gosto de remédios apesar de já tomar umas meia dúzia e remédio só doutores para prescrever certo? O que quero passar nesse artigo é como eu controlo a minha ansiedade no dia a dia, e não que esteja curada, muitooo longe disso, mas essas dicas me ajudam a conseguir viver um pouco mais em paz. Ontem me peguei em uma crise, mas não foi de ansiedade, eu estava mesmo é deprimida, e me lembrei de uma frase que me fez refletir sobre o que estava acontecendo. Continue lendo

5 minutos Você tem mais de 25 anos, é independente financeiramente, mas ainda mora com seus pais? Se sim, provavelmente você faz parte da “geração canguru”, os cangurus são os jovens (muitas vezes nem tão jovens assim) que chagaram a vida adulta, mas ainda moram com seus papais. Casa, comida, roupa lavada e nenhuma preocupação com as responsabilidades de casa, são algumas das razões da existência dos “cangurus”, porém nem sempre essas razões são as que fazem com que continuemos a permanecer dentro da “bolsa dos cangurus pais”. Poder investir na formação para conseguir boas posições no mercado de trabalho, é uma das maiores causas que contribui para que prolonguemos o corte do cordão umbilical. O problema dessa situação é que muitos dessa geração não serão capazes de enfrentar seus medos, assumir riscos e responsabilidades e isso lhes causará frustração, baixa autoestima e crises existenciais. Às vezes me sinto assim ainda e também vejo alguns amigos se sentirem assim, e foi esse um dos motivos que me fizeram escrever esse artigo, pois nós estamos acostumados a ter o peixe em nossas mãos e de repente aprender a pescar não parece ser um bom negócio. Em janeiro desse ano me casei e sai da “bolsa”, porém não consegui saltar totalmente para fora, mas nesse pouco tempo cheguei a conclusão de que não é preciso saltar de uma vez. Esse salto na maioria das vezes pode ser dolorido e complicado, porque além de nós, nossos pais também sofrem porque alguns pais podem perder a razão de sua existência já que não tem mais seu filho para cuidar. É essencial fazer seus pais perceberem que eles têm um papel importante em sua vidas  e sempre terão. Mas não se sinta mal e nem culpado se você ainda vive e depende dos seus pais, pois a culpa dessa situação não é totalmente sua. As exigências do mercado para maior qualificação faz com que adiemos esse momento cada vez mais. Alguns pais por querer manter os filhos perto para poder cuidar e contribuir para a construção de uma vida melhor para seu filho contribui muito para que você continue vivendo assim. Eu sei que você deve ser uma pessoa bem informada, domina bem os “parana uê” das tecnologias e deve ter varias formações e certificações. Essa é uma das características dessa geração. Mas sei também que você lá no fundo não se sente preparado para enfrentar a vida adulta. E esse sim é o grande problema! Não é fácil passar por esse ritual, ele muitas vezes pode parecer assustador porque você irá descobrir coisas que nem sabia que existia. Como por exemplo: O Excel passará a ser seu melhor amigo, O mercado é o seu “rolê”, A louça tem alto poder de multiplicação, A comida é perecível sim (inclusive na geladeira), É incrível como as roupas somem do seu guarda roupa (e não voltam), E mais incrível ainda como os lixos se reproduzem (são piores que coelho). Enfim… Esse processo de ter autonomia, conquistar seu espaço é muito importante para você poder Continue lendo

3 minutos Quem nunca fez um teste de QI para descobrir o quão inteligente é?  O QI (quociente de inteligência) é um teste que define o nível de inteligência de uma pessoa. Em uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup em 1980, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a inteligência não está diretamente ligada aos resultados dos testes de QI. É comum vermos histórias de pessoas que iam extremamente mal na escola, com notas baixas, mas se tornaram pessoas extremamente bem sucedidas e lideres influentes. Outra pesquisa realizada em Nova York, onde mil adultos foram submetidos a testes de QI para saber qual a relação da renda dessas pessoas com seus QIs, mostrou que a pessoa que ganhava mais não era nem de longe a pessoa que tinha o QI mais alto. Isso nos mostra que Inteligência não está ligada a quanto você sabe, quanto estudou, quanto gastou com seus estudos, e nem mesmo onde você estudou. Então como posso medir meu grau de inteligência? Brian Tracy em seu livro O Ciclo do Sucesso, chegou a conclusão de que nossa inteligência não está ligada a nossa pontuação no teste de QI e nem nas notas que obtivemos em nossos anos de colégio, mas sim pelo nosso modo de agir, pelas decisões que tomamos. Quantas pessoas com altos pontos de QI nós vemos agindo de maneira estúpida? E quantas pessoas com QI baixo já agiram de maneira nobre? Essa conclusão em que Tracy chegou me fez parar pra pensar sobre esse assunto, e de fato nosso modo de agir é que define o quanto inteligente somos. “A inteligência é quase inútil para quem não tem outras qualidades” Alexis Carrel Pense comigo, quando uma pessoa consegue se planejar e agir para ter os resultados que deseja obter, ela se torna uma pessoa inteligente e diferenciada das demais e seus resultados serão melhores independentemente de seu nível de QI, pois ela sabe o que quer e onde quer chegar e o que precisa para alcançar e isso basta. Inteligência então como Tracy definiu muito bem, é mais uma questão de “fazer o que é correto” do que “faze-lo corretamente.”. Eu já vi de perto muitos exemplos dessa definição e aposto que você também deve conhecer pessoas com QIs altos que agem de maneira tola e sua inteligência não traz nem um resultado e nenhum ganho para ela. Como também ao contrario pessoas que muitas vezes não tem altos níveis de QI e nem tem boas notas, mas que agem de maneira inteligente e ganham muito com sua maneira de agir e acabam se tornando pessoas notáveis e admiradas. O mundo que vivemos está cheio de pessoas que se comportam de maneira estúpida, pois agem de uma maneira que as afastam do que querem e seu conhecimento pouco lhe servirá, pois estão caminhando no sentido contrario daquilo que dizem que querem alcançar. Por isso se seu QI for alto seja inteligente e haja de maneira inteligente, que ai sim se destacara e se tornará alguém Continue lendo

2 minutos Uma das coisas que mais me bloqueiam é quando alguém pede para que eu fale das minhas qualidades, isso também acontece com você? Já parou para pensar o quanto é difícil falar de nossas qualidades? De nossos talentos? Daquilo em que somos realmente bons? Isso acontece porque não fomos programados para falar sobre o que temos de bom em nós mesmos. Desde pequenos essa atitude é reprimida pelas pessoas a nossa volta e pela sociedade como um todo. Pense na sua escola, como eram visto os melhores da sala? Como eles eram tratados? Você já passou por um momento em que gostaria de fazer uma pergunta ao professor e não o fez? Por que isso aconteceu? Por que é mais fácil estarmos no meio das pessoas “normais” ou daqueles que não são tão bons? Temos enraizados em nossas entranhas que é vergonhoso admitirmos que somos melhor que alguém em alguma coisa, que queremos ser alguém melhor, ser mais talentoso, mais inteligente, é difícil expor isso para as pessoas. Quando você se destaca por suas qualidades você fica exposto a ser julgado pelas pessoas, e todo ser humano teme o julgamento das pessoas. Quando alguém começa a falar de si mesmo essa pessoa geralmente é taxada como exibida, arrogante, presunçoso e ninguém gosta desse tipo de taxação. Por isso acabamos nos aprisionando e admitindo que não somos lá aquelas coisas e passamos a ser pessoas medianas para não incomodar ninguém. Sabe aquela frase que diz: “Quem tem luz própria, incomoda quem está no escuro”, é exatamente isso. Mas por outro lado nós não achamos tão difícil assim falar sobre as coisas ruins que temos em nós mesmos. Por que nos diminuirmos e falarmos de nossos defeitos não é tão difícil de como quando falamos de nossas qualidades? Existe uma explicação para isso embora seja triste admitir, isso acontece porque geralmente nossos defeitos estão conosco dia a dia e nós os percebemos com mais frequência. Nós os valorizamos mais que nossas qualidades, pois temos o sentimento de que temos que supera-los para alcançarmos o que queremos, seja um emprego, uma promoção, um relacionamento, nós temos enraizado que são nossos defeitos que nos impedem de conseguir o que queremos. Porém muitas vezes a solução está em você saber se valorizar e mostrar aquilo que tem de bom, só se preocupe com seus defeitos se eles forem realmente um empecilho para você alcançar o que quer para sua vida. Que tal fazer um teste? Liste suas qualidades e seus defeitos marque o tempo que gastou para listar cada uma, e pense se é justo e certo com você essa maneira de pensar sobre você mesmo? Tenha em mente sempre uma coisa, você pode alcançar muito mais coisas se for capaz de conhecer suas qualidades, valoriza-las e usa-las a seu favor. Gastar toda sua energia tentando superar seus defeitos que muitas vezes serão inofensivos diante de suas qualidades é uma perda de vida. Reflita sobre isso! Gostou desse artigo e acredita que ele pode ajudar Continue lendo

3 minutos Quando falamos em vocação logo pensamos em profissões consideradas mais “nobres” como medicina, professor, advogado, juízes, padres, entre outras… Mas não são apenas essas profissões que permitem as pessoas viverem a vocação, como eu disse no artigo Você sabe qual a diferença entre: Tarefa, Carreira e Vocação? : “Quem vive sua vocação vê seu trabalho como uma contribuição para um bem maior”. Isso mesmo, em todas as profissões você pode viver sua vocação, mas é preciso que você defina e encontre qual é a sua. Mas você sabe qual é a sua vocação? Nós encontramos nossa vocação quando enxergamos que estamos contribuindo de alguma maneira para o bem de algo ou de alguém. É extremamente possível encontrar sua vocação em qualquer profissão, pois todas tem seu valor. Veja abaixo alguns exemplos de profissões: Cantor: trás a arte da musica para as pessoas, tocam seus corações e suas almas com suas melodias Pedreiro: constrói o lar onde pessoas irão morar, dão vida a muitos sonhos Cabeleireiro: Eleva a autoestima das pessoas as deixando mais bonitas e felizes com elas mesmas Administrador: fundamental para o bom funcionamento de empresas Padeiro: faz o tão delicioso pão de nossos cafés Escritor: reproduzem historias onde seus leitores podem se inspirar e viver em um mundo paralelo de aventuras, romances, terror, ficção… Motorista de ônibus: levar as pessoas a seus destinos Montador de fábrica: da forma as peças que serão entregues ao cliente Eu poderia listar milhares aqui, mas acho que você já conseguiu entender, que todas as profissões tem sua função especial nesse mundo e todas merecem nosso respeito. Mas se você não consegue encontrar nenhum tipo de valor ou sente que não está contribuindo com sua profissão, provavelmente você esteja desconectado com quem você realmente é e/ou esteja em um lugar onde seus valores não estejam sendo satisfeitos ou pior, contrariados. O que você precisa nesse caso é encontrar um local de trabalho no qual você se identifique e acredite, onde você possa viver seus valores e que os valores do seu local de trabalho sejam compatíveis com os seus.  E como descobrir qual a minha vocação? Se conheça: Identifique seus valores, seus talentos, forças e crenças. Descubra o que você ama e o que você odeia fazer. Procure descobrir qual profissão irá lhe permitir exercer seu proposito que é apenas ser você mesmo! Descubra um trabalho onde você poderá utilizar suas forças e talentos e viver seus verdadeiros valores. Para você poder viver sua vocação você precisa aproveitar seus talentos e forças pessoais. Você saberá que está vivendo sua vocação quando encontrar um meio de utilizar sempre aquilo que você tem de melhor no seu trabalho e sentir que o tempo passa muito rápido, você se perde no horário e passaria horas e horas trabalhando, você se perde totalmente no tempo e fica no estado de flow. Saiba que são raras as atividades profissionais que nos deixam satisfeitos 100% do tempo, mas você precisa sentir essa satisfação pelo menos 70% do tempo. Porém se viver menos do que isso será inevitável que a Continue lendo

3 minutos Quando chega o fim do 3º ano você já deve saber que desse ano em diante as cobranças e pressão serão constante. Não estou falando apenas as cobranças que virão dos seus pais, mas também da sociedade, amigos e professores. Não sei se você faz parte desse grupo, mas uma boa parte dos jovens só resolve pensar em qual curso vai fazer quando entram pro ultimo ano do ensino médio. Mas você não estará tão encrencado se você começar a fazer sua escolha logo no inicio do ano. Mas se você faz parte da maioria que deixa para pensar sobre isso somente nas “vésperas” das inscrições do vestibular, você está cometendo um grande erro. E eu te explico o porque… Quando você deixa para escolher qual faculdade irá fazer em cima da hora fica extremamente difícil adquirir todas as informações necessárias  sobre o curso escolhido como: grade curricular, formação dos professores, suporte da instituição quanto a programas de estágios, analise do mercado de trabalho de médio e longo prazo, como é o dia a dia da profissão Entre outras… Essas são pesquisas extremamente importantes que irão influenciar diretamente se você irá permanecer no curso escolhido até o fim ou não, e essas pesquisas são extremamente negligenciadas por muitos jovens. É bem comum nos depararmos com casos de alunos que abandonam o curso no primeiro ano porque não tinham a mínima noção do que seria ensinado, de como aquela formação contribuiria para sua vida profissional e como seria a rotina da profissão escolhida.  Um exemplo clássico são dos alunos que escolhem a área de TI e possuem pouca ou nenhuma afinidade com cálculos e física, pobres deles que acharam que simplesmente iriam mexer em computadores, infelizmente esses são fortes candidatos à desistência. Por isso é muito importante você começar a pensar sobre o que quer fazer com bastante antecedência. Um tempo bom para isso é a partir do primeiro ano do ensino médio. É claro que você não vai decidir definitivamente o que ira fazer logo no primeiro ano, mas você já pode começar a dar uma maior atenção para esse assunto. Abaixo tem algumas perguntas legais para se fazer a partir desse período ou em qualquer outro momento que você esteja na sua vida. Essas perguntas irão fazer com que você comece a pensar melhor sobre suas preferencias e irão ajudar bastante em sua decisão: O que você gosta de ler? Por que isso é importante para você? Você admira alguma profissão em particular? O que ela tem de interessante? Qual matéria ou conteúdo você mais gosta? Por que você acredita ter facilidade nesse assunto? Essas são perguntas que você deve se fazer para saber qual área você tem mais interesse ou afinidade. Pense comigo de nada adianta se preparar para o vestibular o ano todo se você dedicar apenas uma semana para a principal e mais importante escolha que você deve fazer nesse momento. Não ponha tudo a perder por não ter dado a chance de se conhecer e Continue lendo

3 minutos Se você não está passando por isso, com certeza deve conhecer alguém que está ou já passou. Infelizmente é muito comum vermos pessoas a nossa volta que estão insatisfeitas com a escolha de sua faculdade. Isso acontece porque quando chega o momento de fazer nossa escolha, de decidir qual profissão seguir ainda não estamos maduros o suficiente para tomar esta importante decisão. É muita responsabilidade para um jovem de apenas 17 anos, ter que decidir qual profissão irá seguir em sua vida. Essa falta de maturidade faz com que a maioria dos jovens tomem suas decisões baseados nos seguintes critérios: Escolhem profissões com melhores remunerações, aquela que família e amigos consideram o melhor, optam pela faculdade mais perto de onde mora, mais fácil de passar, mais acessível financeiramente. Enfim, utilizando esses critérios fica difícil sustentar por muito tempo sua satisfação com a faculdade escolhida. Quando começamos a perceber que não fizemos a melhor escolha, é normal nos sentirmos envergonhados, acuados, sozinhos, frustrados, decepcionados. Conviver com todos esses sentimentos irá apenas prejudicar você de alguma maneira e não será fácil conviver com esse peso por muito tempo. Me pergunte como é que eu sei disso? É difícil quando percebemos que não fizemos a escolha certa, muitas coisas passam por nossas cabeças, coisas do tipo: “O que os outros irão pensar a meu respeito?”. “Não posso decepcionar meus pais…”. “O que devo fazer se não essa faculdade que escolhi?”. “Terei que me preparar novamente para os vestibulares!”. “E se eu não passar em outra faculdade?”. “E se eu não gostar de minha outra escolha também?”. Esses são alguns dos medos e incertezas que se sente quando se faz a escolha errada e não é por acaso que as doenças psicológicas estão aumentando cada dia mais. Eu acredito profundamente que a insatisfação com a escolha profissional é a raiz dessas doenças como depressão, crises de ansiedade, estresse, entre outras. Por isso essa escolha deve ser tomada com muita maturidade e critérios bem estruturados, sempre buscando ajuda de profissionais qualificados que possam contribuir com a melhor escolha para você. Se quiser saber quais os Três Maiores Erros que você vai cometer ou já cometeu na hora da sua escolha assista o vídeo que gravei falando sobre eles, assim você ficará mais esperto e não terá risco de comete-los, e o melhor de tudo você aumentará suas chances de acerto. 🙂 E se você já está na faculdade e se arrependeu de sua escolha saiba que nem tudo está perdido… Ultimamente muitos jovens estão optando por fazer essa mudança, e ela vem sendo aceita pela sociedade com menos julgamento e cobrança. Muitos são os jovens que não souberam ou tiveram a oportunidade de refletir sobre sua escolha e hoje estão mudando suas faculdades sem sentir o peso de ter que fazer outra opção de curso. Tenha consciência de que não valer a pena abrir mão de sua realização profissional e perder anos de sua vida para ficar estagnado em uma faculdade ou carreira onde Continue lendo

4 minutos Em seu livro “Felicidade Autêntica”, o psicólogo americano Martin E. P. Seligman fala que o dinheiro por mais incrível que pareça está perdendo seu poder, a nova moeda que vem superando o valor do dinheiro é a moeda da satisfação com a vida. As pessoas veem uma vida “normal” como uma vida sem sentido. Hoje é muito comum ver pessoas que deixam tudo o que tem para trás, a carreira que construirão e vão em busca de viver seus sonhos, viver uma nova experiência, uma vida com mais sentido. Hoje existe um grupo de pessoas que não tem mais aquela preocupação de uma geração anterior em adquirir e conquistar bens materiais, o que vemos são pessoas em busca de experiências porque bem material nenhum trás a felicidade que uma nova experiência pode proporcionar. Vemos hoje tantas pessoas buscando mais satisfação em sua vida, cresce uma nova geração que está mais preocupada em trabalhar com aquilo que gosta, de fazer de seu trabalho sua vocação para poder viver uma vida mais prazerosa e com significado. Para termos a moeda de satisfação com a nossa vida nós devemos encontrar um meio de poder utilizar diariamente nossas forças e virtudes, principalmente no nosso trabalho, assim nossa carreira deixa de ser uma obrigação, um trabalho rotineiro e sem propósito e passa a ser sua verdadeira vocação. Quando encontramos uma maneira de viver nossa vocação passamos a ver nossa atividade com mais paixão, e deixamos de vê-la apenas como um meio de obter os bens materiais e passamos a encontrar sentido e satisfação no que fazemos. Em breve seremos testemunhas de uma política que levara a busca pela felicidade muito mais a sério do que a segurança e status. Quero poder testemunhar esse momento! Mas sei que você deve achar tudo muito lindo e utópico e que na verdade as coisas funcionam de maneira bem diferente, pois vivemos em uma economia capitalista, mas se você parar e dar uma olhada a sua volta verá que já está acontecendo…  De forma silenciosa e tímida, mas em seu próprio meio social você já deve perceber o quanto seus amigos e familiares estão se sentindo insatisfeitos com sua profissão no momento. Estudiosos definem que existem três tipos de “orientação de trabalho”: Tarefa, Carreira e Vocação: Tarefa é cumprida em troca de um pagamento no fim do mês, não se preocupa com outros tipos de recompensa. Está associado a sobrevivência, por exemplo sustentar a família. Carreira é vista como um investimento pessoal mais profundo no trabalho, você se preocupa também com o dinheiro, porém visa também o progresso profissional.  Este tipo já se associa ao prestigio de cada promoção recebida e também ao aumento salarial. Porem quando as promoções se encerram e você chega ao topo, Você começa se sentir alienado e começa a buscar gratificação e significado em outro lugar. Vocação é um compromisso apaixonado pelo trabalho, quem vive sua vocação vê seu trabalho como uma contribuição para um bem maior, a realização do trabalho em si já é um fator de realização, mesmo não Continue lendo